domingo, 19 de setembro de 2010

Comédia!


Não entendo como as pessoas conseguem gostar de filmes de terror, a vida já é um terror quase que vinte quatro horas, pois temos mais pesadelo do que sonho. São tantos os problemas que são tão assustadores do que qualquer “O Exorcista”, contas de tudo pra pagar, água, luz, telefone, gás, internet, TV à cabo, cervejas, não, isso não é um dos problemas.

E quando mais pobre se é, mais problemas se tem, e mais medonha se torna a vida. Quando se é pobre e se tem filhos os problemas se multiplicam de acordo com o número de filhos, com dois filhos, duplicam, três filhos, triplicam e assim por diante. Por isso que quando vou ver um filme vejo um de comédia, às vezes é preciso fugir da realidade e se iludir um pouco, rir pra não chorar, esquecer que amanha é mais um dia de trabalho grosso pra no fim do mês receber um salário fino, tão fino que depois de uma semana acaba.

Tudo bem que gosto não se discute, por pior que seja o gosto, cada um tem o seu, mas filme de terror não. Quero sorrir, chega de chorar, chega de ter pavor, medo. Pior é a pessoa que vai ao cinema como comemora o dia da independência do Brasil, uma vez por ano e quando vai escolher o filme, escolhe um de terror, pra piorar nas cenas aterrorizantes tapa os olhos, tapa os olhos para não ver a cena aterrorizante! A pessoa paga pra sentir medo, mas na hora do medo ela fecha os olhos para não sentir medo, era melhor ter ficado em casa.

Gosto de comédia porque eu esqueço da vida, esqueço do mundo, quanto mais demorar melhor, tem dias que fico fora do mundo, inerte na frente da TV assistido qualquer coisa de comédia, qualquer coisa que me faça rir, pois eu sei que quando acabar o terror voltará.

Maicon Carlos

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

2% PRA EDUCAÇÃO!




Presidenciáveis: Serra e Dilma.


Ao Governo: Alckmin, Mercadante e Russomano.




Toda eleição é a mesma coisa, e toda eleição são as mesmas pessoas.

Não vou escrever nenhuma lição de moral, apenas alguns belos fatos curiosos.

Marina Silva é a única candidata à presidência que tem propostas dignas para um mundo mais sustentável, e uma das 50 pessoas que podem salvar o mundo, segundo a The Guardian
Dilma e Serra? A mesma ladainha de sempre que o povo cai.
Com a Dilma é mais fácil, tem o bolsa-família, ou seria o bolsa-desemprego?
Essa idéia foi a maior da História do Brasil, dá a um povo, já preguiçoso, o direito de ganhar dinheiro sem trabalhar. Que ideia incrível. E o pior que ela deve se eleger, sem esforço algúm.
Já que em horário eleitoral que mais fala é o molusco, em comício quem mais fala é o mesmo. Prova, evidente, que a candidata foi criada de uma hora pra outra...
E Serra, se prende aos genéricos que criou quase no século passado.

Para governador não é diferente;

Alckimin se prega à fama de bom homem, honesto, porém um banana estadual.
Contínua acreditando que a educação é boa, e vem avançando, ah, se ele sentasse na minha sala de aula, ele ia ver o que é educação...
Mercadante é a farinha do mesmo saco do PT; disse que sairia do Senado, irrevogavelmente. Uma semana depois, disse que não sairia.
E do Russomano, não preciso gastar teclado falando deste.


Fatos e mais fatos que se calam por alienação e "blá, blá, blá" de político.
E em um país emergente, em que a educação é tão defasada, o último candidato a presidência que teve como base a EDUCAÇÃO neste país, recebeu apenas 2% dos votos.
Esse ano, para governador, Skaf aparece atrás de todos os outros candidatos ao Palácio dos Bandeirantes que citei acima.


E o mais engraçado é que reclamamos,
E o que menos terá graça, serão os próximos quatro anos.

É, era um homem...






"Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com veracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem."

domingo, 22 de agosto de 2010

a gente se acostuma...



a gente se acostuma à trabalhar mais do que devia. à viver em um mundo de guerra. à ter um ensino público pífio. à termos políticos palhaços, ou palhaços políticos. à não ver o sol ao sair de casa.

a gente se acostuma à dormir no ônibus, já que o sono em sua cama, já não é o suficiente. à comer um lanche ou outro, já que não dá tempo mais pra almoçar. à aceitar que milhões de pessoas morrem por dia, e que tudo isso vira apenas estatística. à viver em um mundo hipócrita.

a gente se acostuma à ver a opinião da mídia persuadir a sua. à ligar a TV e ser manipulado. à trazer um astro americano, e o próprio humilhar o seu país. à enfrentar filas. à pagar mais pelas coisas que não vale tanto. à procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, e poder comprar mais coisas.

a gente se acostuma com a poluição. ao metrô lotado. ao próximo que não te respeita. à esperar o fim de semana chegar, achando que são os únicos dias para diversão. à pensar que de segunda à sexta, não temos vida. à ter uma rotina.


nos acostumamos a fechar os olhos, desde que não no atinja.

nos acostumamos com o mais difícil. a gente se acostuma para poupar, ainda mais, a vida.


nos acostumamos a jogar a vida fora...

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Era Digital...


Você, hoje, conhece, namora e até se apaixona por pessoas na internet, isso já não é mais novidade.

Mas, muitas pessoas jogam a sua vida fora por seus romances eletrônicos...


Várias pessoas jogam a culpa na falta de autoestima, que está ligada diretamente na autoaceitação e autoconfiança.
Um grande problema, que, em tempos atrás, não era tão grande.
A internet e redes sociais me ajuda, particularmente, a manter contato com pessoas que eu não posso ver todo dia, por questões de horário ou localidade. Isso é brilhante, manter um laço com uma pessoa mesmo com a distância.
Porém, não há como negar que, infelizmente, existe, sim, hoje, uma troca enorme de valores. Valores morais e principalmente de relacionamentos, seja fraterno ou amoroso.
A chegada dessas redes sociais apesar de ser bem benéfico para mim, pois creio que sei usufruir bem dessa ferramenta, não teve o mesmo efeito em muita gente.

É muito comum você encontrar pessoas que tem uma vida dentro e fora da internet, os famosos fakes. Supostos renegados e não aceitos em seus grupos familiares, escolares ou etc. É, sinceramente, uma pena que isso esteja acontecendo. Pois, grandes amizades se apagam, fortes laços fraternos vão se desfazendo por um mundo que, para os "supostos renegados", é uma maravilha. Onde todo mundo é igual à todo mundo, e todo mundo te aceita do jeito que você é, não há restrições. Mas, é um tanto um caminho perigoso se você não sabe dosar.

Com a continuação dessa necessidade imensa de estar acolhido, de ser aceito, faz com que as pessoas retardem ainda mais a sua volta à uma sociedade extremamente exigente moralmente, que te obriga a amadurecer precocemente.

Os Fakes são os maiores exemplos disso, vivem no seu mundo. Uma vida fora e dentro da internet.
Outro exemplo são os "famosos" Colírios da Capricho, que não agregam em nada na vida de ninguém, que possuem às suas pseudo-fãs, muito momentaneamente, até aparecer um próximo boy mais bonito que o anterior. E que, sem dúvida, a maioria deles devem ter algum problema psicológico, pra necessitar de tanta atenção ou ficar pedindo votos para mais e mais "fãs" para que eles sejam eleitos(?).

Esses são os valores da era digital de hoje em dia, uma parte da sociedade que busca atenção no computador e assim esquece de viver a verdadeira vida deles.

Espero e torço, para que muitos deles possam voltar a sentir o quanto é bom olhar no olho do seu amigo, passar um dia perto de pessoas e não só no MSN com suas "grandes amizades".
Pra finalizar, quero dizer que: Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, os nossos filhos serão incapazes de entender o mundo, de desenvolverem realmente a sua inteligência. Só com internet, será impossível eles escreverem, inclusive, a sua própria história.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

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"A sociedade vive, hoje, três loucuras. A primeira é a do sucesso que a sociedade determina. A segunda é ser feliz todos os dias e, de preferência, nas 24 horas do dia. E não é qualquer felicidade, é a felicidade da alegria, de estar sorrindo todo o tempo.

A terceira é a do consumo, de adquirir tudo o que tem vontade. Nessa perspectiva, não há jeito para criar. Se morou junto, tem de casar. Se casou, precisa ter filhos. Não há espaço para ser diverso, para ser você. E isso bate com a fraqueza das pessoas.

As principais fraquezas das pessoas são as necessidades exageradas de segurança, aceitação e aplauso. Se eu tenho necessidade de ser aplaudido, ser aceito e ter as pessoas junto de mim, eu vou sorrir o dia inteiro, comprar tudo o que desejo e ser uma pessoa de sucesso. Você pode não ter dinheiro, mas fará tudo para ser aceito e admirado. Em nome dessas “fomes” a serem saciadas, vivemos as loucuras do sucesso, da felicidade, do consumo e de atender os manuais de como fazer. E mais, caímos na ilusão de que somos capazes de atendê-las. Só que nunca conseguimos…"

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Keep moving forward!


Sou fascinado por histórias, biografias de pessoas que deixaram sua marca na Terra. Principalmente se essa marca foi deixada involuntáriamente.
É brilhante a trilha de um homem que mudou e mudará, ainda, a vida de milhões de pessoas. Walt Disney mudou o conceito do sonho, do impossível. O império dos desenhos de Walt traz ao mundo o que nós precisaríamos. Traz de volta a possibilidade do sonho, de fantasiar e de rir.
Suas idéias brilhantes fazem até hoje sucesso. E não é a toa. Aliás, são histórias, contos que todo mundo deve assistir em uma fase da vida. Mas me chama atenção o quanto essas histórias, sonhos ainda são importante para muitas pessoas.
A filosofia trazida pelo gênio Walt de que sonhos, sim, podem se tornar realidade. De ir atrás do seu objetivo, de que cada problema tem solução, de que cada dia é uma oportunidade para ser feliz. De deixar de se importar de quem é que ganha ou quem é que perde uma disputa,
mas passa a se importar exclusivamene em fazer o seu melhor, superarando os seus limites.
A história de Disney é uma inspiração de como viver a vida, de como devemos valorizar cada segundo e, principalmente, de irmos até o fim dos nossos objetivos.
Keep moving forward,
Ou seja, Siga em frete, sempre!